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Em se tratando de viagens de turismo, cada pessoa sonha com um lugar diferente. Pode ser para conhecer as pirâmides do Egito, as lindas ilhas na Grécia, o romantismo de Paris e Veneza, o luxo e agito de Nova York e Londres, os parques temáticos de Orlando, as belas praias brasileiras, enfim, o mundo possui um lugar especial para cada um.
Porém, somente o planeta não é mais suficiente. Para aqueles que sonham mais alto, ou outros que já conheceram todos os lugares que gostariam e estão sem ideias para o próximo passeio, uma nova opção surge no mercado: turismo no espaço.
Em breve, as viagens espaciais estarão bem mais acessíveis para os turistas. A Virgin Galactic, uma empresa particular, pretende começar a lançar suas naves ainda em 2012. Inicialmente, eles saem de uma base mais humilde nos Estados Unidos; depois, passam para um espaçoporto que está sendo construído no estado do Novo México.

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O preço da viagem está em US$ 200 mil – cerca de R$ 340 mil. Pode parecer caro, mas é apenas um centésimo do que o primeiro turista espacial desembolsou há pouco mais de dez anos. Em 2001, o milionário americano Dennis Tito pagou US$ 20 milhões à Rússia para passar uma semana no espaço – com direito a visita à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).
O voo oferecido pela Virgin é bem mais curto, com duração de cerca de três horas e meia, mas também atrai os aficionados pelo espaço. A lista de espera já tem mais de 430 nomes – e inclui brasileiros. Inicialmente, as viagens serão semanais, mas a tendência é que elas sejam cada vez mais frequentes.
Há no Brasil duas agências parceiras da Virgin Galactic que oferecem o roteiro, ambas na cidade de São Paulo. A GSP Travel confirma que já vendeu um pacote, enquanto a Teresa Perez não passa essa informação por política da empresa.

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O voo
Os turistas viajarão a bordo da SpaceShipTwo, um planador semelhante aos ônibus espaciais que a Nasa aposentou em 2011. A nave tem capacidade para dois pilotos e seis passageiros.
Quando for lançada, atingirá uma velocidade supersônica, e os passageiros sentirão forças até quatro vezes maiores do que a gravidade. Em seguida, virá o momento mais aguardado: a gravidade “zero”.
Na verdade, a gravidade não chega a zero, porque a nave ainda fica presa à Terra – é o chamado voo suborbital. Porém, para quem está a bordo, a sensação é uma ilusão de que não há gravidade. Por todas essas variações, o cliente deve passar por exames médicos antes do voo.
Essa permanência no espaço dura apenas quatro minutos – a viagem, desde a decolagem até o pouso, leva três horas e meia. O programa completo tem a duração de três dias.
Fonte: G1